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“Cultura de princípios” deve nortear os próximos anos nas empresas

Nossa cliente, a psicóloga Mônica Silvestre, da Elos 360, é enfática sobre como as empresas vão lidar daqui pra frente com assuntos como ética, moral, transparência e empatia. Depois de tantos casos explosivos de corrupção no Brasil, temos uma pequena sensação de alívio. Segundo ela, o mercado não vai sustentar uma empresa cuja cultura que se baseia nos interesses particulares. Parece que estamos entrando em uma nova era. Que sorte!

 

[Release enviado para a imprensa]

 

Estudo mostra que 81% dos jovens profissionais deixaria de se candidatar a uma vaga de emprego se a empresa estiver envolvida em escândalos de corrupção. A psicóloga Mônica Silvestre Santos explica como estabelecer uma nova era de práticas éticas e vivências mais colaborativas dentro dos negócios.

 

Até a pouco, para se conseguir um bom emprego em uma grande empresa era preciso, basicamente, atender às necessidades técnicas do cargo, ter um bom currículo profissional e causar uma boa impressão na hora da entrevista. No entanto, a hipervalorização do profissional está cedendo lugar para a valorização da pessoa por trás do trabalho.

 

É o que afirma a psicóloga, coach e consultora Mônica Silvestre Santos, que há 15 anos atende grandes empresas brasileiras, incluindo a gigante Magazine Luíza. “A gestão humanizada é uma tendência real que prevê o olhar integral para além da figura operacional. Quando se valoriza a pessoa e compreende o seu contexto de hábitos e costumes, cria-se uma cultura forte dentro de uma empresa com propósitos bem determinados”.

 

A “alma” da empresa, como gosta de citar Mônica, é aquela atmosfera pela qual o negócio é reconhecido: relações éticas entre gestores, colaboradores e clientes podem transformar a identidade da organização e impulsionar seu lucro muito mais do que simplesmente investir em técnicas de venda e motivação.

 

“A Cultura de Princípios” é uma necessidade nos dias de hoje. Depois de tantos casos de corrupção no Brasil, inicia-se um olhar para as relações transparentes. Através dessa cultura horizontalizada, podemos recuperar a confiança de clientes, colaboradores internos e investidores”, diz. “É uma chave para uma mudança radical de posicionamento e que deve começar pelos ocupantes dos cargos mais altos”.

 

Corrupção x ética empresarial

 

Um estudo levantado pelo site vagas.com em 2016 mostrou que 81% dos jovens de até 26 anos com ensino superior completo deixaria de se candidatar a uma vaga de emprego de liderança se a empresa estiver envolvida em escândalos de corrupção. Já o levantamento da consultoria ICTS Protiviti, constatou que entre 642 empresas de diferentes portes estudadas, 48% ainda têm um nível de maturidade de compliance baixo ou muito baixo, enquanto 25% apresentam nível entre médio alto e alto. As demais 27% estão com um grau médio de compliance. Isso quer dizer que a grande maioria das empresas têm dificuldade de seguir diretrizes de conduta ética.

 

O trabalho de Mônica é justamente dar um caminho sistêmico para que as pessoas sejam trabalhadas de forma integral, não como máquinas operacionais de lucro. “Colaboradores que compreendem seu papel dentro do mundo, da sociedade e da empresa podem fazer muito mais pelos negócios. Estamos deixando de viver na era do capitalismo selvagem para dar atenção ao lucro como consequência de uma cultura de pessoas, ideias e relacionamentos saudáveis.

 

Sobre Mônica Silvestre Santos

 

Psicóloga com MBA em Gestão estratégica de serviços, psicodramatista, coach, consteladora e consultora sistêmica. Atua desde 2002 na grande rede varejista Magazine Luiza com um trabalho diferenciado e especializado em cultura, clima e lideranças baseado em princípios essenciais. Oferece consultoria, coach, palestras, cursos e seminários que contribuem para uma melhor conexão entre as pessoas. Também atua, de forma seletiva, com líderes e empresas de menor porte que buscam crescimento com propósito e sustentabilidade.

 

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Francine Micheli

oitudobem@escconteudo.com

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